"Quando der tempo, eu faço."

22.3.07

Luxemburgo: "Essa aqui funciona!!!"

Essa notícia deveria estar no blog do meu amigo Lucas Barroso, mas o critério que ele usa para postar lá é que a notícia seja falsa. Esta, por incrível que pareça, é verdadeira...

" Luxemburgo: mexer com a virilidade, não!

Quinta, 22 de março de 2007, 08h09
Luciano Borges, do Blog do Boleiro*

Estádio do Ituano, em Itu. O técnico do Santos, estava em pé em frente ao banco de reservas, tentando orientar o lateral Carlinhos. Três metros atrás e à direita do treinador estava um torcedor local provocando Luxa com várias ofensas. O técnico permanecia olhando para o gramado, aparentemente sem dar bola ao detrator.
De repente, a frase saiu alta e clara: "Luxa, seu pi... murcha". Cordato, o técnico levou alguns segundos para absorver a mensagem. Mas aí esqueceu do jogo, virou-se para a direita e disse: "Isso não, meu camarada". A esta altura, o soldado da PM que estava por perto começou a rir. Dois repórteres de campo também.
O treinador santista continuou: "Isso não. Essa aqui está funcionando direito", argumentou, usando ainda um gesto de reforço com o braço. Aí, foi a vez do goleiro reserva Roger cair na gargalhada, e Luxemburgo voltou seu olhar para o campo, sorrindo, e continuou a orientar seus jogadores.

Estas cenas aconteceram quase no mesmo momento em que o técnico corintiano Emerson Leão brigava no alambrado com torcedores no jogo Corinthians x Noroeste, no Pacaembu. Assim que o confronto terminou e o Corinthians venceu por 2 a 1, com um gol marcado no último minuto pelo jovem Daniel Grando, Leão virou-se para trás e gritou impropérios enquanto mostrava o símbolo do Corinthians na camisa preta. Ele tinha dois alvos: um deles era o mesmo torcedor que no empate do Corinthians contra o Paulista rasgou uma camisa do Corinthians e tentou arremessá-la no campo, enquanto zingava veementemente o treinador. Ele acabou cercado por outros, que não admitiram o gesto profano com o manto sagrado alvinegro.

O segundo alvo de Leão é um publicitário que sempre assiste às partidas do timão de pé e no alambrado, não usa palavras de baixo calão, mas ficou perguntando ao treinador quem era "o tal do Daniel" que ele estava colocando em campo. "