E com vocês...PRÓLOGO!!!
Onde eu estava?
Ah, saindo do Mercado Público para ver se a chuva caia com a intensidade que imaginávamos...
Pois é. Ela estava. Muito pior do que nos nossos piores pesadelos. Quando começamos a sentir o cheiro de peixe podre que emanava dos bueiros do local, e vimos um deles jorrar água para cima, como um mini gêiser, sentimos que estávamos prestes a presenciar algo, no mínimo, chato.
Roberto: - PUTAQUIPARIU!
Eu: - CARALHO!
Os dois: - E AGORA?
Quem conhece o mínimo que seja da capital do RS sabe que não é preciso muito para as ruas virarem piscinas infestadas de lixo e outros dejetos, bem, mal educados, por assim dizer.
Sim, estávamos presenciando um alagamento das ruas de POA.
A calçada da rua do Mercado ia sumindo aos pouquinhos, enquanto nós, ainda dentro do local, enrolando as barras das calças para tentar (em vão) não se molhar, pensávamos em como sair dali e ir até o carro do Roberto. Que, por sinal, teve que ser estacionado a umas 5 quadras dali.
Logicamente, não conseguíamos parar de rir. Aliás, para quem não conhece o Roberto, é impossível não ficar 5 minutos com ele sem rir.
De repente, vimos um cara carregando uma guria no colo para ela não se molhar. Ele deixou ela perto de onde estávamos, e foi buscar o carro para dar carona pra ela. Foi o ensejo que precisávamos. Disse pro Roberto:
- Vou na cara dura. Vou ver se pode dar carona para nós.
Educadamente, e com cara de "que caras esquisitos! E abusados!", ela disse que iria ver com o namorado quando ele voltasse.
Pois bem. Durante a espera, deu tempo de ver todo o tipo de coisas passar boiando pela nossa frente, no mar que já havia virado a calçada do Mercado. De isopor e caixa de madeira a sacos de lixo abertos. Se não estivesse exausto e com muita fome, não teria jantado naquele dia...
O cara chegou. Embocou o carro de uma maneira que a guria entrasse sem se molhar muito (visto que era impossível não ser atingido pela água). Ficamos esperando ela entrar e perguntar para o namorado se nos dariam carona. Cheguei mais perto do vidro para tentar entender o que ela ia falar:
- Desculpa, não vai dar. Ele disse que o carro não é nosso...
"ELE DISSE"??? Porra, vai aprender a mentir direito!!!
O cara parecia legal... à primeira vista.
Droopy diria, no nosso lugar:
- Eu sou tãaao feliiizz...
I'll be back.
Ah, saindo do Mercado Público para ver se a chuva caia com a intensidade que imaginávamos...
Pois é. Ela estava. Muito pior do que nos nossos piores pesadelos. Quando começamos a sentir o cheiro de peixe podre que emanava dos bueiros do local, e vimos um deles jorrar água para cima, como um mini gêiser, sentimos que estávamos prestes a presenciar algo, no mínimo, chato.
Roberto: - PUTAQUIPARIU!
Eu: - CARALHO!
Os dois: - E AGORA?
Quem conhece o mínimo que seja da capital do RS sabe que não é preciso muito para as ruas virarem piscinas infestadas de lixo e outros dejetos, bem, mal educados, por assim dizer.
Sim, estávamos presenciando um alagamento das ruas de POA.
A calçada da rua do Mercado ia sumindo aos pouquinhos, enquanto nós, ainda dentro do local, enrolando as barras das calças para tentar (em vão) não se molhar, pensávamos em como sair dali e ir até o carro do Roberto. Que, por sinal, teve que ser estacionado a umas 5 quadras dali.
Logicamente, não conseguíamos parar de rir. Aliás, para quem não conhece o Roberto, é impossível não ficar 5 minutos com ele sem rir.
De repente, vimos um cara carregando uma guria no colo para ela não se molhar. Ele deixou ela perto de onde estávamos, e foi buscar o carro para dar carona pra ela. Foi o ensejo que precisávamos. Disse pro Roberto:
- Vou na cara dura. Vou ver se pode dar carona para nós.
Educadamente, e com cara de "que caras esquisitos! E abusados!", ela disse que iria ver com o namorado quando ele voltasse.
Pois bem. Durante a espera, deu tempo de ver todo o tipo de coisas passar boiando pela nossa frente, no mar que já havia virado a calçada do Mercado. De isopor e caixa de madeira a sacos de lixo abertos. Se não estivesse exausto e com muita fome, não teria jantado naquele dia...
O cara chegou. Embocou o carro de uma maneira que a guria entrasse sem se molhar muito (visto que era impossível não ser atingido pela água). Ficamos esperando ela entrar e perguntar para o namorado se nos dariam carona. Cheguei mais perto do vidro para tentar entender o que ela ia falar:
- Desculpa, não vai dar. Ele disse que o carro não é nosso...
"ELE DISSE"??? Porra, vai aprender a mentir direito!!!
O cara parecia legal... à primeira vista.
Droopy diria, no nosso lugar:
- Eu sou tãaao feliiizz...
I'll be back.

1 Comments:
Fala Chico Chicote
Cara, agora do nada resolvi entrar e ver o que tu vinha escrevendo no seu blog. Meu, to rindo sozinho aqui com esta sua narrativa muito bem detalhada da visita a POA em um dia de verão, hauahuahauaha. Que sorte que tu e o Roberto tiveram Hein.
Foi engraçado a construção que tu utilizou. Eu não me contive e tive que ler tudo, desde os primeiros prólogos. Gostei da citação do meu ídolo Harry Potter. E o clima de mistério está o que Há.
Vou ficar no aguardo para conhecer mais detalhes desta história fantástica.
Um abraço meu bruxo. To com saudades de vós micê. Falows e te cuida.
Ju Rangel
By
Anônimo, at 24/1/06 22:49
Postar um comentário
<< Home