Prólogo...again
Continuando...
O Roberto acabara de dizer que era capaz de a chuva não cair. Pois bem. Resolvemos sair da feira do livro - calmamente - quando o Roberto teve uma brilhante idéia (vendo que o tempo estava ficando REALMENTE feio):
- Vamos cortar caminho pelo Mercado Público?
Eu, como um grande conhecedor de POA, tal qual a minha vó é de um Ipod, disse:
- Tá...(!?)
Seguimos até o Mercado. No caminho, olhares assustados dos moradores da capital, prevendo o que estava para cair dos céus. Foi então que pisamos no Mercado Público. E lá fora...:
- Chuáaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa..... (barulho de MUITA chuva caindo)
Nos olhamos. Frouxos de riso. Aliás, era só o que conseguimos fazer dali por diante, pois o barulho da chuva do lado de fora era tão ensurdecedor que não tinha a mínima possibilidade de travar um diálogo. Nem gritando. Até os garçons dos bares do Mercado pararam de servir os clientes. A banda que estava tocando foi obrigada a encerrar o show. Só se ouvia o barulho da água caindo.
Foi quando vimos uma cachoeira (literalmente) caindo do telhado. Aí, resolvemos nos mexer e ver como estava lá fora... Uma prévia do próximo capítulo:
- Tu nos dá uma carona?...
Aguarde e confie.
O Roberto acabara de dizer que era capaz de a chuva não cair. Pois bem. Resolvemos sair da feira do livro - calmamente - quando o Roberto teve uma brilhante idéia (vendo que o tempo estava ficando REALMENTE feio):
- Vamos cortar caminho pelo Mercado Público?
Eu, como um grande conhecedor de POA, tal qual a minha vó é de um Ipod, disse:
- Tá...(!?)
Seguimos até o Mercado. No caminho, olhares assustados dos moradores da capital, prevendo o que estava para cair dos céus. Foi então que pisamos no Mercado Público. E lá fora...:
- Chuáaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa..... (barulho de MUITA chuva caindo)
Nos olhamos. Frouxos de riso. Aliás, era só o que conseguimos fazer dali por diante, pois o barulho da chuva do lado de fora era tão ensurdecedor que não tinha a mínima possibilidade de travar um diálogo. Nem gritando. Até os garçons dos bares do Mercado pararam de servir os clientes. A banda que estava tocando foi obrigada a encerrar o show. Só se ouvia o barulho da água caindo.
Foi quando vimos uma cachoeira (literalmente) caindo do telhado. Aí, resolvemos nos mexer e ver como estava lá fora... Uma prévia do próximo capítulo:
- Tu nos dá uma carona?...
Aguarde e confie.

1 Comments:
Chico, tem uma foto muito bonita tua lá no Índios do Brasil (www.indios-brasil.brasilflog.com.br), de acordo com os teus pedidos, eheheheh.
Eu só espero que ela não prejudique a nossa amizade.
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Anônimo, at 20/1/06 16:05
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