Viagens
Nós vemos tudo embaçado
A chuva não pára.
O tempo, talvez...
... o pensamento tenha esta...
Capacidade.
Consciência (ou subconsciência, ou inconsciência, sei lá!)
Força, letras, páginas escritas, misturadas, agitadas.
O embaçado começa a evaporar.
Dissipa com o vento, o sopro
A vela, o fogo se espalha
Espraia o olho do furacão, nos meandros
Da realidade, triste, fatal
Definitiva.
O vidro, quase limpo.
Límpidas águas (ah... saudade... )
Só no português (ou no brasileiro?!?)
Penso nisso o ano inteiro.
Aliás, já é setembro
Primavera
Mas as águas límpidas,
Ih...
Já era...
Limpou. Agora consigo enxergar tudo.
Giro a chave. A ignição.
Vamos pro trabalho,
mais um dia.
Amanhã tem que limpar de novo este vidro.
A chuva não pára.
O tempo, talvez...
... o pensamento tenha esta...
Capacidade.
Consciência (ou subconsciência, ou inconsciência, sei lá!)
Força, letras, páginas escritas, misturadas, agitadas.
O embaçado começa a evaporar.
Dissipa com o vento, o sopro
A vela, o fogo se espalha
Espraia o olho do furacão, nos meandros
Da realidade, triste, fatal
Definitiva.
O vidro, quase limpo.
Límpidas águas (ah... saudade... )
Só no português (ou no brasileiro?!?)
Penso nisso o ano inteiro.
Aliás, já é setembro
Primavera
Mas as águas límpidas,
Ih...
Já era...
Limpou. Agora consigo enxergar tudo.
Giro a chave. A ignição.
Vamos pro trabalho,
mais um dia.
Amanhã tem que limpar de novo este vidro.

1 Comments:
Lindo !!O tipo de coisa que eu gosto.
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Anônimo, at 29/9/05 19:37
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